O que postar, quando postar e por que.
Story não é sobre postar por postar: cada um tem uma função dentro da sua estratégia.
Intercale esses formatos ao longo da semana. A ordem não importa, a consistência sim.
O básico que nunca falha: um café antes de abrir a clínica, um momento na academia, você se arrumando. Não precisa ser produzido, precisa ser real. É isso que gera conexão.
A ferramenta que mais gera conversa, mas só funciona se for intencional. Toda pergunta que vai pra caixinha precisa puxar pro protocolo que a doutora quer vender, gerando o desejo certo. Muita paciente não manda pergunta espontânea, então a própria doutora manda as perguntas. Abaixo só as perguntas, prontas pra usar.
Quando o protocolo da doutora estiver definido, é só usar o nome dele nas perguntas, no lugar de "plano completo pro rosto".
Print de mensagem, depoimento espontâneo, paciente que viajou pra te conhecer. A prova social convence mais que qualquer argumento seu, porque quem fala é a paciente, não você.
CTA é a sigla de Call To Action, chamada pra ação: a parte do Story que faz a pessoa efetivamente agir, seja clicando num link, respondendo uma caixinha ou mandando mensagem no direct. Nunca termine o dia sem pelo menos um Story com convite direto: sem ele, o Story vira só entretenimento. Com ele, vira agendamento.
Toda vez que chega uma paciente na consulta presencial, é hora de extrair o máximo de conteúdo possível, ela já está ali. Grave o antes, faça perguntas pra ela mesma na câmera, e só depois explique o lado técnico, tocando mais na dor e no desejo do que na técnica em si. Ninguém compra técnica. Sem expor dado que identifique a paciente, se for o caso.
Story curto respondendo, de forma direta, uma dúvida ou medo comum de quem ainda não agendou. Não precisa ser só caixinha de pergunta, pode ser de forma autêntica: "recebo muita dúvida sobre...", sempre linkando a resposta ao protocolo. Não parece script de vendas porque responde uma objeção real, não empurra uma oferta.
Resultado bonito não é suficiente. O que faz a paciente parar, sentir e chamar no direct é a história por trás dele. Use o SPIN, uma metodologia de vendas consultivas, pra estruturar isso numa sequência de Stories publicados em ordem, um de cada vez, nunca tudo junto num Story só: cada etapa abaixo é um Story separado, fechando sempre com o convite pra avaliação do protocolo.
Revele assim: no tablet, ao vivo, com a paciente do lado
Sem drama: quem era essa paciente, o que ela vivia antes de chegar até você, e o que ela achava que precisava quando chegou.
Não é "ela queria ficar mais bonita": é o incômodo real e concreto, do jeito que ela mesma descreveria.
É a parte que mais gera desejo, porque conecta com a dor emocional por trás da estética, não só com a estética em si.
Mostre o resultado como consequência de uma consulta exclusiva, não como um produto sendo vendido: analisou todos os pontos, e chegou nesse protocolo, não só no que ela pediu de início. Revele no tablet, com marcação, ao vivo com a paciente do lado, ou pelo menos com uma narração contando o caso: é isso que dá peso e credibilidade a esse story, muito mais do que só postar a foto pronta.
Depois do vídeo ou da revelação ao vivo, poste também uma foto estática de antes e depois, com o ângulo bem escolhido pro que foi tratado.
A sequência inteira perde o sentido sem esse último Story. Pode ser uma foto estática do consultório, com um efeito simples por cima. O link do sticker precisa levar direto pra marcar a avaliação do protocolo, de preferência um link específico só pra Stories, pra ter a métrica de quanto vem de lá versus da bio.
Se você marcou a maioria, seu dia nos Stories foi estratégico.